Confederação Brasileira finaliza primeira Assembleia Geral do novo ciclo

Luciene Resende, presidente da CBG / Foto: Ricardo Bufolin/CBG

São Paulo - A  Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) encerrou, neste sábado (25), em Aracaju (SP), a Assembleia Geral Ordinária, que reuniu os presidentes das federações estaduais, gestores e convidados para falarem sobre as conquistas do ciclo anterior, mas principalmente, sobre os planos para o novo ciclo olímpico que vai até 2020. A representante da comissão de atletas, Natália Gaudio, também participou de.todas as atividades. 
 
A programação teve início ontem com a reunião técnica, com as apresentações dos coordenadores dos comitês técnicos das modalidades que fazem parte da CBG, com destaque para os novos representantes da ginástica de trampolim, Diego Satiro, e da ginástica rítmica, Renata Teixeira. Foram apresentados também o regulamento geral e os regulamentos técnicos de cada uma delas. Além da definição das sedes dos campeonatos nacionais e da apresentação do projeto das Seleções Brasileiras. 
 
O segundo dia foi igualmente produtivo, com assuntos relativos à Assembleia Geral Ordinária. Foram discutidos os códigos de taxas, normas de transferência e os relatórios administrativos referentes à prestação de contas de 2016. Além da previsão orçamentária para 2017. O departamento jurídico da entidade também teve um momento fundamental com as federações no sentido de orientá-las para se atentarem e adequarem seus estatutos de maneira que contemplem todas as obrigações previstas na legislação. 
 
A Assembleia contou com a participação do coordenador de projetos do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Guilherme Raso, que falou sobre o papel da instituição no desenvolvimento dos clubes por meio de investimentos em projetos, lembrando que este ano os projetos estão focados nas categorias de base, que deverão ser pensados para no mínimo quatro anos. E de Jorge Bichara, gerente de alto rendimento do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que expôs a análise de performance dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no qual a ginástica foi uma das modalidades mais vitoriosas ao conquistar três medalhas. 
 
Para a presidente da CBG, Luciene Resende, que apresentou o relatório dos atos administrativos de 2016, disse que esse é um momento extremamente importante, pois trata-se de um recomeço, com novas metas, sem deixar de lado tudo que já foi conquistado ao lado dos últimos anos. "O maior objetivo é dar continuidade ao trabalho que foi feito nos últimos dois ciclos olímpicos. Já iniciamos a preparação para Tóquio 2020 e esperamos cumprir nossas metas para que possamos atingir mais conquistas e melhorar ainda mais nossos resultados", destacou. 
 
Segundo a dirigente, um fator importante será a ampliação da participação dos comitês técnicos no desenvolvimento das modalidades de forma geral. "Dentro do nosso planejamento a participação dos comitês técnicos, cujos representantes estiveram aqui na assembleia, é de grande importância porque eles acompanham a evolução dos nossos árbitros e técnicos. Isso faz com que o nível técnico da nossa modalidade evolua cada vez mais é que possamos nos igualar às maiores potências do mundo", encerrou.
 
 

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